Abordagem híbrida: navegue o app primeiro, caia no Postman só onde a UI não chega. Divisão estimada ~70% navegando / ~30% Postman.
1. Lidere pela UI (PWA + Painel)
Abra DevTools → aba Network e navegue os fluxos reais. Cada clique registra a rota com auth, tenant (Host), payload e sequência reais — de graça. Converte “testar 115 rotas” em “usar o app por 20 min e auditar o network log”. Pega bugs que só aparecem com estado real (sessão, JWT refresh, contexto de tenant).
2. Postman só para o que a UI não alcança
- Webhooks de pagamento — Pagar.me v4/v5, Stripe, Hotmart, HeroSpark, Doppus, Guru, Ticto, Apple/Google IAP
- Endpoints admin-only e rotas acionáveis só via backoffice
- Jobs disparados por cron (simular manualmente)
- Rotas legadas mantidas só para clientes mobile antigos
3. Setup local
Suba o stack unificado via ./dev.sh up em vtp-devenv (11 apps + 4 infra). PWA em localhost, Painel em localhost com subdomain do tenant de teste. Webservices escuta nas rotas app/* e admin/*.
4. Os três checks de cada rota
- backend — marque quando confirmar que a rota existe no webservices (route list / código). Não significa que funciona, só que está registrada.
- testada — marque depois de bater na rota de verdade (via app ou Postman) e confirmar o comportamento esperado.
- swagger — marque quando a rota estiver documentada no Swagger do webservices, com request/response corretos.
O timestamp de “última verificação” atualiza automaticamente a cada mudança. Só considere uma rota completa quando os três checks estiverem marcados.
5. Ordem sugerida
- Android primeiro (aba ativa) — maior cobertura de rotas
app/*
- iOS em seguida — maioria sobrepõe Android, valide só as específicas
- PWA por último — inclui admin/painel e rotas web-only
- Webhooks de pagamento em bloco separado, com payload salvo no Postman collection